quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Diferenças da Pessoa Feiticeira

Hoje tentarei resumir o livro "Bases da Feitiçaria: O que é e Sinceridade".

Já puderam notar que a filosofia que sigo é livre, inclusive a me criticarem, pois tentarei colher o melhor possível destas. Desta forma que iniciei o caminho do ocultismo, a me incluir entre pessoas feiticeiras.

É complexo o termo Feitiçaria, pois é muito mal compreendida por leigos, que a condenaram sem sequer perceberem que a praticam. Ela é a mola mestra que instala as culturas e estruturas de cada sociedade, a crença em poderes que possam realizar mudanças, independente de saber ou não sua orígem. Diferente da Bruxaria, esta última é uma religião a venerar as forças da natureza que, como aqueles que a veneram, só ataca quando se sente ameaçada. Por certo a natureza é MUITO poderosa, e nos desdobramos às suas manifestações em eventos como Tsunamis, Terremotos, Erupções Vulcânicas, Enchentes, etc... Satélites e outras máquinas com seus números distinguem o que antes era atribuido aos "deuses", mas nem por isto os efeitos diminuiram, até se multiplicaram pela explosão demográfica mundial.

No livro tento expor a quebra do véu entre mistérios e as capacidades naturais humanas, à pessoa feiticeira explorar seu próprio potencial, socializada ou reclusa na solidão. Longe de dizer o que é certo ou errado, abordo uma sequência de atividades e desenvolvimentos onde a pessoa reconstrói valores pessoais a montar um quebra cabeça que a psicologia denomina como "ego", "sub-consciente", "sombra" e "vontade" para que estes possam cooperar à execução das metas da praticante sempre. Como pessoa feiticeira decidi orientar num caminho onde sejamos responsáveis pelas nossas atitudes e resultados, do que atribuir aos mesmos uma vontade divina, ou extraterrestre, ou fantasmagórica, ou de qualquer plano de existência, pelas atitudes que decidimos e tomamos. O divino nos ajuda, mas nós que somos responsáveis pelo sucesso de nossas metas.

Num paradoxo com as teorias pregada pela igreja cristã, eles não "inocentam assassinos em nome de Deus" (ou de Jesus  Cristo), com suas respectivas penitências, mas incentivam a caça às pessoas feiticeiras até hoje, como em países africanos. Criam a culpa à diferença, justificam como Feitiçaria e depois eliminam as pessoas feiticeiras como justificativa. Como fato nos obrigaram a praticarmos nossa feitiçaria dentro de suas igrejas, entre seus sacerdotes... Fazer o que? Outras religiões ignoram a Feitiçaria, como uma religião poderosa e madura faz, portanto deixo que as acusações digam por si que merecem destaque neste sentido.

Voltando ao divino, que ..."está fora das quatro paredes"..., como o próprio Jesus Cristo disse em um dos Apócrifos, nos pontos que considero procuro manter uma postura crítica, para que quem os pratique tenha cada vez mais recursos em suas experiências a moldarem o futuro conforme suas metas. Claro que o Pelé não foi craque no primeiro chute, e pode ter certeza de que você ao praticar a Feitiçaria poderá errar também, mas faz parte para que aprenda com os erros as causas a não cometê-los novamente. Lembremos a Feitiçaria de que o sucesso é nossa prova, então um método falho sempre tem espaço para aprimorar, senão este método será infalível.

Os outros livros da Coleção Bases da Feitiçaria serão muito mais densos pois envolvem a lida com energias pessoais e outros fatores para que alcancemos nossos resultados profissionais, familiares, sociais e pessoais, e lidemos com o maior adversário de nosso sucesso: nós mesmos. Isso mesmo! O que isto pode gerar será você quem estabelecerá os limites, claro que com o estabelecimento de prioridades, para ~focar teu tempo no que importa.

Te convido a partilhar desta jornada comigo, mas da tua maneira.

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